quinta-feira, 25 de abril de 2013

VERSÍCULO DO DIA 

Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças'. 
Marcos 12:30


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NUTRIÇÃO



Teste seis receitas de sopas com menos de 100 calorias


Nutritivas e levinhas, elas aquecem o corpo no inverno


O inverno já chegou e, com ele, a vontade de se aquecer. Aqui, as sopas podem desempenhar um importante papel - além de deliciosas, conferem a sensação de conforto e bem-estar, já que são quentinhas. Mas você sabia que nem todas são amigas da dieta? Por isso, sugerimos seis receitas de sopas que satisfazem seu paladar e não pesam na balança, afinal, contam com menos de 100 calorias. Que tal testá-las? Confira



Sopa de Legumes - Getty Images



Sopa de Legumes 

Calorias: 56 kcal 
Rendimento: 1 porção 

Ingredientes: 
- 1 batata pequena 
- 1 cenoura 
- 3 colheres (sopa) de repolho picado 
- 2 colheres (café) azeite ou óleo 
- 1 pitada de sal 

Preparo: 
Cozinhe os vegetais em 200ml (um copo) de água. Bata tudo no liquidificador. 



Sopa Cremosa de Palmito - Getty Images



Sopa Cremosa de Palmito 

Calorias por porção: 62 kcal (1 concha média) 
Rendimento: 6 porções 
Tempo de preparo: 30 minutos 

Ingredientes: 
- 250g de palmitos em conserva 
- 1 colher (sopa) de margarina light 
- 1 cebola média ralada 
- 1 dente de alho amassado 
- 2 colheres (sopa) de farinha de trigo 
- 3 xícaras (chá) de caldo de galinha 
- 1 xícara (chá) de leite desnatado 
- sal e pimenta a gosto 
- cubinhos de pão torrado 
- pedaços de palmito para servir 

Preparo: 
Aqueça a margarina light, refogue o alho, a cebola e junte os palmitos. Cozinhe por 3 minutos. Acrescente a farinha de trigo, mexendo bem. Lentamente, junte o caldo de galinha, sempre mexendo. Deixe levantar fervura e cozinhe por 10 minutos. Deixe a mistura amornar e bata no liquidificador. Junte o sal, a pimenta (opcional) e o leite . Deixe ferver por 5 minutos. Coloque em uma sopeira, sirva com cubinhos de pão torrado e pedacinhos de palmito. !



Sopa de Tomate com manjericão



Sopa de tomate com manjericão 

Calorias por porção: 50 kcal (1 concha média) 
Rendimento: 4 porções 
Tempo de preparo: 20 minutos 

Ingredientes: 
- 1 colher (sopa) de margarina light 
- 1 cebola média picada 
- 2 dentes de alho picados 
- 500g de tomate sem pele e sem sementes maduros, picados 
- 4 xícaras de (chá) de caldo de legumes 
- 2 colheres de (sopa) de manjericão picado (pode ser desidratado) 

Preparo: 
Aqueça a margarina light em uma panela média, junte a cebola e o alho e refogue até que fiquem levemente dourados. Acrescente o tomate picado, o caldo de legumes e deixe ferver. Cozinhe com a panela tampada por cerca de 10 minutos. Acrescente o manjericão e bata no liquidificador até obter um creme homogêneo. Após isso é só servir.  



Creme de Agrião - Getty Images



Creme de Agrião 

Calorias por porção: 95 kcal 
Rendimento: 4 porções 
Tempo de preparo: 30 minutos 

Ingredientes: 
- 2 colheres (sopa) de margarina 
- 1 cebola pequena picada 
- 3 xícaras (chá) de agrião limpo (folhas e talos) 
- 2 batatas sem casca picadas em cubinhos 
- 3 xícaras (chá) de caldo de legumes 
- 3 colheres (sopa) de creme de leite light 
- ½ copo (125ml) de leite desnatado 
- sal a gosto 

Preparo: 
Aqueça a margarina, refogue a cebola e as folhas e talos mais tenros do agrião. Quando começar a amolecer, acrescente as batatas e o caldo de legumes e cozinhe por 20 minutos, aproximadamente. Retire da panela e bata tudo no liquidificador. Volte o caldo batido à panela e misture o creme de leite, mexendo sempre. Tempere com sal, aqueça bem e sirva em seguida.


Sopa de Beterraba - Getty Images



Sopa de Beterraba 

Calorias por porção: 70 kcal 
Rendimento: 6 porções 
Tempo de preparo: 25 minutos 

Ingredientes: 
- 1 colher (sopa) de óleo 
- 1 cebola média picada 
- 3 beterrabas, sem casca, picadas (500g) 
- 1 litro ½ de água 
- 2 colheres (sopa) de suco de limão 
- 1 colher (chá) de açúcar 
- 1 tablete de caldo de legumes 
- ½ colher de (sopa) de amido de milho 
- Sal a gosto 

Preparo: 
Em uma panela de pressão grande, coloque o óleo e leve ao fogo alto para aquecer. Junte a cebola e refogue por 4 minutos, ou até ficar transparente. Acrescente a beterraba, a água, o suco de limão, o açúcar e o caldo de legumes por 15 minutos, após o início da fervura. Transfira para o copo do liquidificador e bata até que fique homogêneo. Volte ao fogo alto e adicione o amido de milho já dissolvido em meia colher (sopa) de água, e cozinhe, mexendo sempre, por 1 minuto, ou até encorpar e acrescente o sal a gosto. Sirva em seguida.


Sopa de Iogurte com Pepino - Getty Images



Sopa de Iogurte com Pepino 

Calorias: 55 Kcal 
Rendimento: 4 porções 

Ingredientes: 
- 1 pepino grande 
- 1 cebola pequena picada 
- 1 colher (sopa) de azeite de oliva 
- 1 ½ tablete de caldo de galinha dissolvido em 2 ½ xícaras (chá) de água quente 
- 1limão (cascada ralada e suco) 
- 1 ramo de hortelã fresca picado 
- 1/2 xícara (chá) de iogurte natural desnatado 
- sal e pimenta a gosto 
- folhas de hortelã para enfeitar 

Preparo: 
Reserve uma ponta do pepino com mais ou menos 4 cm para enfeitar e pique o restante. Em uma panela, refogue a cebola no azeite até que fique macia. Junte o pepino picado, o caldo de galinha, a casca e o suco do limão e a hortelã. Deixe levantar fervura e depois, cozinhe tampado por cerca de 20 minutos. Passe a mistura por um processador ou bata no liquidificador e reserve até resfriar. Tempere com sal e pimenta. Enfeite com hortelã e fatias finas de pepino.  




7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber


Até mesmo as comidas consideradas "magras" pedem consumo moderado


A mudança dos hábitos alimentares é um dos fatores principais para ter sucesso na dieta. Exige que você consuma mais frutas e legumes, priorize alimentos mais nutritivos e faça escolhas mais saudáveis, reduzindo o consumo de açúcares e gorduras. Os resultados são compensadores. Bastam pequenos ajustes para sentir a diferença no corpo, para as roupas ficarem mais largas e você sentir mais disposição. O esforço costuma surtir efeito na maioria dos casos, mas quando o ponteiro da balança emperra, as pessoas se indagam sobre o que estão fazendo de errado. Você já pensou que a resposta para a estagnação pode estar na listinha de compras do regime?



Granola- Foto Getty Images



1. Granola 

Este mix de cereais, frutas secas e castanhas leva fibras e vitaminas que dão saciedade e energia, mas também contém açúcar. Invista na versão diet/light da mistura. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, 100 g de granola tem 421 calorias. Seguindo a tabela da dieta dos pontos, meia xícara (chá) apresenta quatro pontos. "O recomendado por dia é 25 gramas", diz a especialista. Prefira comer a granola no café da manhã para ganhar mais disposição e ainda ter um dia inteiro para gastar as calorias consumidas.   


Água com sabor - Foto Getty Images



2. Água de sabor 

Beber água para hidratar o corpo é essencial para a nossa sobrevivência e para a dieta. A água nutre as células, desintoxica o organismo, faz os rins e intestino trabalhar melhor. O ideal é beber até 2 litros de líquidos por dia. É pensando nisso que muita gente acaba abusando das águas de sabor. De limão, morango e até mesmo de maçã-verde e lichia, elas contém aditivos, adoçantes e, às vezes, até açúcar. Não deve ser consumida em grande quantidade, no máximo, dois copos por dia. 


Salada - Foto Getty Images



3. Saladas perigosas 

A saladinha costuma ser uma opção leve e refrescante para os dias de verão, mas segundo a nutricionista Rosana Farah, aquelas temperadas com molhos prontos, azeite, queijos, azeitonas e croutons devem ser evitadas porque costumam carregar muitas calorias e gordurosas saturadas. Uma opção mais saudável é um prato de salada de folhas verdes, tomate, pepino e palmito, temperada com molho de iogurte desnatado e acompanhada de uma proteína mais leve, como o peito de frango ou peixe grelhado.




Açaí - Foto Getty Images



4. Açaí 

A fruta da região amazônica faz sucesso, sobretudo entre praticantes de esportes que adoram se refrescar depois dos exercícios. Apesar de ser rico em nutrientes (principalmente: cálcio, ferro, vitamina B1), o principal problema do açaí é a quantidade de calorias do alimento, são 248 calorias em 100 gramas. Um copo de açaí tem 2 pontos e a tigela de açaí (com banana, granola e mel- 1 colher de sopa) tem 4 pontos. Os complementos na hora de consumi-lo também costumam tornar ainda mais calórica a fruta, dentre eles: granola, banana picada e leite condensado. "O ideal é consumir o açaí puro e, se for substituir o lanche da manhã ou da tarde por ele, coma uma tacinha pequena de 50 gramas", explica a nutricionista Rosana Farah.  


Comida japonesa - Foto Getty Images




5. Comida japonesa 

Um dos alimentos que as pessoas mais gostam da culinária japonesa é o sushi. Apesar de ser feito com alga, vegetais e frutos do mar, o alimento tem a base de arroz e, às vezes, recheios calóricos como o cream cheese. Sem contar as versões fritas. O sushi têm entre 20 e 45 calorias cada um, mas o problema é que come-se muitos de uma vez só. Uma unidade tanto de atum quanto de salmão apresenta 1 ponto. A recomendação da nutricionista é "No seu almoço ou jantar, limite o consumo até quatro unidades, assim você pode desfrutar do restante do cardápio oferecido no restaurante japonês", aponta Rosana.  


Refrigerante - Fotto Getty Images



6. Refrigerante light ou zero 

Os refrigerantes desse tipo não possuem calorias, mas um outro elemento do refrigerante causa preocupação nos especialistas: o adoçante. A nutricionista Rosana Farah ainda alerta que quanto maior for o consumo de adoçantes, maior fica o desejo por doces. "Estudos apontam o efeito do adoçante nas papilas gustativas fazendo com que fiquem mais receptivas ao sabor doce", diz ela.  


 Barra de cereal - Foto Getty Images



7. Barrinhas de cereais 

As barrinhas de cereais são ótimas opções para os lanches intermediários, mas contêm, em média, 100 calorias, portanto não devem ser ingeridas à vontade. As que possuem cobertura de chocolate costumam ser as com mais calorias (e pontos). No caso das barrinhas de cereais (dependendo da marca), a pontuação varia de 0 a 3 pontos.  





SAÚDE 



O que é Asma?

Sinônimos: Asma brônquica, bronquite asmática

A asma é uma doença que causa inchaço e estreitamento das vias aéreas dos pulmões, causando dificuldade respiratória, falta de ar, aperto no peito e tosse.  



ADAM



Causas

A asma é causada por inflamação nas vias respiratórias. Quando ocorre um ataque de asma, os músculos ao redor das vias respiratórias ficam apertados e a parte interna das passagens de ar incha. Isso reduz a quantidade de ar que pode passar.

Em pessoas sensíveis, os sintomas da asma podem ser desencadeados pela inalação de substâncias que causam alergia (chamadas alérgenos ou desencadeadores).

Os desencadeadores comuns da asma incluem:



  • Animais (pelo ou caspa de animais domésticos)
  • Poeira
  • Mudanças climáticas (com mais frequência em clima frio)
  • Produtos químicos no ar ou nos alimentos
  • Exercícios intensos
  • Mofo
  • Pólen
  • Infecções respiratórias como o resfriado comum
  • Emoções fortes (estresse)
  • Fumo
  • Aspirina e outros anti-inflamatórios não esteroides (AINE) provocam asma em alguns pacientes.


Várias pessoas com asma têm um histórico pessoal ou familiar de alergias, como febre do feno (rinite alérgica) ou eczema. Outros não têm nenhum histórico de alergias.



Exames


O teste de alergia pode ser útil para identificar alérgenos em pessoas com asma persistente. 


Alérgenos comuns incluem:



  • Alérgenos de barata
  • Ácaros
  • Mofos
  • Pelo de animais domésticos
  • Polens


Os irritantes respiratórios comuns incluem:

  • Fumaças da queima de madeira ou gás
  • Poluição
  • Fumo

O médico usará um estetoscópio para auscultar os pulmões. Sons relacionados à asma podem ser auscultados. No entanto, os sons do pulmão geralmente são normais entre episódios de asma.

Os testes para diagnosticar a asma podem incluir:

  • Gás no sangue arterial
  • Teste de sangue para medir quantidade de eosinófilo (um tipo de glóbulo branco) e IgE (um tipo de proteína do sistema imunológico chamado imunoglobulina)
  • Raio X torácico
  • Testes de funcionamento dos pulmões
  • Medições de pico de fluxo

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Sintomas de Asma


A maioria das pessoas com asma tem ataques separados por períodos sem sintomas. Algumas pessoas têm deficiência respiratória por longo período com episódios de maior deficiência respiratória. Respiração ofegante, ou uma tosse, pode ser o sintoma principal.

Os ataques de asma podem durar de minutos a dias e podem se tornar perigosos se o fluxo de ar estiver muito restrito.

Os sintomas da asma incluem:

  • Tosse com ou sem produção de escarro (muco)
  • Repuxar a pele entre as costelas durante a respiração (retrações intercostais)
  • Deficiência respiratória que piora com exercício ou atividade
  • Vem em episódios com períodos intercalados sem sintomas
  • Pode ser pior à noite ou no início da manhã
  • Pode desaparecer por si mesma
  • Melhora quando se usa medicamentos que abrem as vias respiratórias (broncodilatadores)
  • Piora quando se inspira ar frio
  • Piora com exercício
  • Piora com azia (refluxo)
  • Em geral começa repentinamente


Situações de emergência das crises de asma:

  • Lábios e rosto de cor azulada
  • Nível diminuído de agilidade, como sonolência grave ou confusão, durante um ataque de asma
  • Extrema dificuldade de respirar
  • Pulsação rápida
  • Ansiedade grave devido à deficiência respiratória
  • Sudorese



Outros sintomas da asma que podem ocorrer:

  • Padrão de respiração anormal a expiração leva mais de duas vezes do que a inspiração
  • A respiração para temporariamente
  • Dor no peito
  • Aperto no tórax


Buscando ajuda médica


Marque uma consulta com seu médico se você apresentar os sintomas da asma.

Ligue para o seu médico ou vá para o pronto-socorro se:

  • Um ataque de asma exigir mais medicamento do que o recomendado
  • Os sintomas piorarem ou não melhorarem com tratamento
  • Tiver dificuldade para respirar enquanto fala
  • Sua medição de pico de fluxo for 50% a 80% do seu recorde pessoal



Vá para um atendimento de emergência se ocorrerem os seguintes sintomas da asma:


  • Sonolência ou confusão
  • Dificuldade grave para respirar em repouso
  • Medição de pico de fluxo menor do que 50% do seu recorde pessoal
  • Dor forte no peito
  • Lábios e rosto de cor azulada
  • Extrema dificuldade para respirar
  • Pulsação rápida
  • Ansiedade grave devido à deficiência respiratória




Tratamento de Asma

O objetivo do tratamento da asma é evitar as substâncias que desencadeiam seus sintomas e controlar a inflamação das vias respiratórias. Você e seu médico devem trabalhar juntos como uma equipe para desenvolver e colocar em prática um plano para eliminar os desencadeadores de asma e monitorar os sintomas.


Há dois tipos básicos de medicamento para tratamento de asma:




  • Medicamentos de controle para prevenir ataques de asma
  • Medicamentos de alívio imediato para usar durante os ataques
  • Os medicamentos de controle para a asma controlam seus sintomas se você não tiver asma branda. Você deve tomá-los todos os dias para que elas funcionem, mesmo quando você se sentir bem.

  • Os medicamentos mais comuns para o controle da asma são:

  • Corticosteroides inalados previnem sintomas ajudando a evitar que suas vias respiratórias inchem.
  • Os inaladores com beta-agonistas de ação prolongada também ajudam a prevenir sintomas de asma. Não tome medicamentos de inaladores com beta-agonistas de ação prolongada sozinhos. Essas drogas quase sempre são usadas em conjunto com uma droga esteroide inalada. Pode ser mais fácil usar um inalador que contenha ambas os medicamentos.




Outras drogas de controle que podem ser usadas são:


  • Inibidores de leucotrienos
  • Omalizumab
  • Cromoglicato ou Necrodomil
  • Aminofilina ou teofilina (raras vezes usada atualmente)


Os medicamentos de alívio imediato funcionam rápido para controlar os sintomas da asma:

  • Você as ingere quando está tossindo, com respiração ofegante, tendo dificuldades para respirar ou tendo um ataque de asma. Elas também são chamadas drogas de "resgate".
  • Além disso, podem ser usadas imediatamente antes do exercício para ajudar a prevenir sintomas da asma que são causados pelo esforço do exercício.
  • Informe o seu médico se você estiver usando medicamentos de alívio imediato duas vezes por semana ou mais para controlar os sintomas de asma. Sua asma pode não estar sob controle e seu médico pode precisar alterar sua dose diária desses medicamentos de controle.





Os medicamentos de alívio imediato para a asma incluem:


  • Broncodilatadores de curta duração (inaladores)
  • Seu médico pode prescrever esteroides orais (corticosteroides) quando você tiver um ataque de asma que não esteja passando. Esses são medicamentos que você toma via oral como comprimidos, cápsulas ou líquido. Planeje antecipadamente. Certifique-se de não ficar sem esses medicamentos.
  • Um ataque de asma grave requer um check-up por um médico. Você também pode precisar de uma estada no hospital, oxigênio, ajuda na respiração e medicamentos por via intravenosa (IV).



Cuidados caseiros contra a asma

  • Os cuidados caseiros importantes referentes à asma são
  • Conhecer os sintomas da asma para poder reconhecê-los
  • Saber tirar a leitura de pico de fluxo e o que ela significa
  • Ter o telefone do seu médico ou pediatra com você.
  • Saber quais desencadeadores agravam sua asma e quando isso acontece.
  • Crianças com asma precisam de bastante apoio na escola. Elas podem precisar de ajuda dos funcionários da escola para manter a asma sob controle e poder realizar as tarefas escolares.

Os planos de ação para a asma são documentos escritos para uma pessoa com asma. Um plano de ação para a asma deve incluir:

  • Um plano para tomar medicamentos para asma quando sua condição estiver estável
  • Uma lista de desencadeadores de asma e como evitá-los
  • Como reconhecer quando sua asma está piorando e quando chamar seu médico ou enfermeiro



Um medidor de pico de fluxo é um dispositivo simples para medir a rapidez com que você pode mover o ar para fora de seus pulmões.

  • Ele pode ajudar você a observar se um ataque está chegando, às vezes mesmo antes de qualquer sintoma aparecer. As medições de pico de fluxo podem ajudar a mostrar quando o medicamento é necessário ou outra ação precisa ser tomada.
  • Valores de pico de fluxo de 50 a 80% dos melhores resultados de uma pessoa específica são um sinal de um ataque de asma moderado, enquanto os valores abaixo de 50% são um sinal de um ataque grave.


Expectativas

Não há cura para asma, embora os sintomas às vezes melhorem ao longo do tempo. Com o autogerenciamento e tratamento médico apropriados, a maioria das pessoas com asma pode levar uma vida normal.

Complicações possíveis

As complicações da asma podem ser graves. Algumas incluem:

  • Óbito
  • Capacidade reduzida de se exercitar e tomar parte em outras atividades
  • Falta de sono devido a sintomas noturnos
  • Alterações permanentes no funcionamento dos pulmões
  • Tosse persistente
  • Dificuldade para respirar que requer ajuda na respiração (ventilação)


Prevenção

Você pode reduzir os sintomas da asma evitando desencadeadores conhecidos e substâncias que irritam as vias respiratórias.



  • Cubra roupas de cama com coberturas à prova de alergia para reduzir a exposição a ácaros.
  • Remova os tapetes dos dormitórios e passe aspirador de pó regularmente.
  • Use somente detergentes e materiais de limpeza inodoros na casa.
  • Mantenha os níveis de umidade baixos e conserte vazamentos para reduzir o desenvolvimento de organismos como o mofo.
  • Mantenha a casa limpa e mantenha o alimento em recipientes e fora dos dormitórios - isso ajuda a reduzir a possibilidade de baratas, as quais podem desencadear ataques de asma em algumas pessoas.
  • Se uma pessoa for alérgica a um animal que não pode ser removido da casa, o animal deve ser mantido fora do dormitório. Coloque material filtrante nas saídas de aquecimento para reter caspa e pelos de animais.
  • Elimine a fumaça de cigarro da casa. Esta é a atitude mais importante que uma família pode fazer para ajudar uma criança com asma. Fumar fora da casa não é suficiente. Os membros da família e os visitantes que fumam fora carregam resíduos da fumaça para dentro de casa em suas roupas e cabelo - isso pode desencadear sintomas da asma.

As pessoas com asma também devem evitar poluição do ar, poeiras industriais e outras fumaças irritantes o máximo possível.




RELACIONAMENTOS



Um quinto dos homens finge orgasmo, afirma pesquisa


Enquanto as mulheres admitem que seus parceiros sabem que elas estão fingindo, os homens acreditam que estão escapando ilesos da situação Foto: Getty Images




​Não é segredo para ninguém que muitas mulheres fingem chegar ao orgasmo - em média, 3/4 delas recorrem a esse artifício. No entanto, a novidade é que um quinto dos homens também pode ter se tornado adeptos da prática. As informações são do site Female First. 

De acordo com a ukmedix.com, que realizou a pesquisa, a situação mais comum em que eles optam por fingir que chegaram ao orgasmo é quando acham que estão demorando muito para chegar lá. Outra razão é não querer que as parceiras percebam que eles não estão curtindo o momento. 

Enquanto as mulheres admitem que seus parceiros sabem que elas estão fingindo, os homens acreditam que estão escapando ilesos da situação. Mais de seis em 10 disseram que elas não têm nem ideia de que eles não estão sendo 100% sinceros. Ainda, 70% de homens e mulheres afirmaram não acreditar que o parceiro já fingiu um orgasmo e 55% disseram que ficariam devastados se descobrissem. 

"Comparar as razões pelas quais homens e mulheres fingem orgasmo foi interessante. Parece que a maioria deles o fazem por vergonha de suas performances, enquando elas recorrem ao método para terminar logo", disse Thomas O'Connell, da ukmedix.com. 



Preciso dizer que…



Te amo! Mas será que é a hora certa? Descubra quando abrir o coração

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"E eu não sei que hora dizer / Me dá um medo (que medo) / É que eu preciso dizer que eu te amo / Te ganhar ou perder sem engano / Eu preciso dizer que te amo, tanto". Não são poucas as pessoas que, mesmo sem nunca terem prestado atenção à música, passaram por situação parecida à descrita por Cazuza neste trecho. "Eu te amo" é aquela frase ao mesmo tempo sublime e forte, esperada e temida, capaz de assustar ou derreter corações. Não por acaso, tem muita gente que fica numa dúvida cruel sobre qual é o momento certo para confessar à pessoa amada o seu amor.

'Eu te amo' pode ser dito preferivelmente quando isso for verdade. O problema é que essa expressão, em nossa cultura, tem um sentido eterno, duradouro, ligado a apego e a estabilidade afetiva
Foi o que aconteceu – algumas vezes, por sinal – com a estudante Clara Rangel, de 24 anos. Romântica, ela sempre teve muito cuidado ao expressar seus sentimentos para os rapazes de quem gostava. "Nunca fui de sair falando 'eu te amo' para qualquer um. Acho essa frase muito intensa, algo que só deveria ser dito com sinceridade e com a plena certeza de que o sentimento em questão é mesmo o amor", opina ela, que crê nunca ter se arrependido de um "eu te amo". "Quando era mais nova, tive um amor platônico e depois de muito tempo resolvi confessá-lo. O cara não queria nada comigo, mas mesmo assim eu disse o que sentia, pois estava certa de que queria apenas contá-lo. Digamos que ele não era muito sensível, além de ser meio mulherengo, mas fiquei sabendo que ele ficou 'balançado' com a minha declaração", relata.

Com o seu atual namorado, Clara também soube esperar pelo tal "eu te amo". "Nós já tínhamos começado a namorar, eu gostava muito dele, mas não me sentia totalmente segura para considerar aquilo algo tão sério. Só que, um belo dia, ele me surpreendeu com a frase. O cenário era digno de filme, com direito a praia e pôr-do-sol. Não resisti. Aí eu senti que foi uma das coisas mais verdadeiras que já disse", conta a estudante, que está há três anos namorando a mesma pessoa. "Acredito que hoje o 'te amo' está perdendo o significado para muita gente. As pessoas perdem a noção do que é amor. É claro que todos devemos amar e expressar isso, mas é preciso ser sincero. Tudo tem seu tempo", diz.

Palavras apenas?

O poeta Carlos Drummond de Andrade já avisava, em um de seus poemas: "Não facilite com a palavra amor". De fato, segundo a psicóloga Ana Maria Zampieri, terapeuta sexual e de casais, o "eu te amo" pode estar banalizado em nossa cultura, assim como traduzir diversos significados e em intensidades diferentes. "Sabemos que muitas pessoas, especialmente homens, dizem esta 'frase mágica' em momentos em que pode tornar uma mulher mais receptiva a sua conquista sexual, por exemplo. As mulheres costumam ser mais verdadeiras nessa revelação, mas casos em que elas também o fazem para seduzir alguns homens, seja sexualmente, afetivamente, ou para se manter em uma relação de conveniência", afirma a psicoterapeuta.

Sandra Mattos, de 28 anos, por exemplo, se arrepende das vezes em que acreditou em uma declaração amorosa e em que disse que amava alguém em vão. "Da primeira vez, eu era muito nova, inconseqüente e até inocente. Disse 'eu te amo' para um namoradinho que mal conhecia e que na semana seguinte me traiu com uma vizinha. Depois ainda ficou contando vantagem. Na segunda vez, um rapaz me levou para cama ao fazer juras de amor. Era tudo mentira e ele me largou em seguida", conta Sandra. Desiludida, ela aprendeu a ter cuidado com o que fala e o que ouve. "Agora estou casada, mas tive que mudar meu comportamento para não sofrer", ressalta.

Então, será que existe mesmo a "hora certa" para se dizer "eu te amo"? Para a psicóloga Ana Maria Zampieri, isso é relativo, mas todas as pessoas deveriam apostar na sinceridade, em qualquer tipo de relação. "'Eu te amo' pode ser dito preferivelmente quando isso for verdade. O problema é que essa expressão, em nossa cultura, tem um sentido eterno, duradouro, ligado a apego e a estabilidade afetiva. No entanto, essa frase pode ser totalmente verdadeira e presentificada, ou seja, alguém sente esse 'eu te amo', mas naquele momento único, sem comprometimento de relacionamento estável e duradouro", observa. Segundo ela, é aí que a ilusão pode se instalar em quem ouviu a frase e acreditou no tal amor incondicional, que nem sempre é garantido.

Sem banalizar o amor

Como recorda a psicoterapeuta, mais graves ainda são os casos de desonestidade na afirmação, em que se engana outras pessoas ou brinca-se com os sentimentos alheios por pura comodidade ou conveniência. "Na minha clínica, ouço homens de todas as idades me revelarem que dizem 'eu te amo' só para conquistarem sexualmente uma mulher, sabendo que isso não corresponde à verdade, mas que é uma boa arma de conquista", comenta. Mas é bom lembrar que, ao contrário do que possa parecer, os homens também amam e confessam isso. É o caso de Eduardo*, que acredita que esse tipo de declaração deve ser usada, sim, com critério. Ele também resolveu esperar sentir-se seguro para declarar seu amor, embora tenha feito isso em um momento considerado cedo demais para muitos e, a princípio, não muito propício.

De acordo com Eduardo, o primeiro "eu te amo" de verdade, para algumas pessoas, é como o primeiro beijo – difícil esquecer. Especialmente se for de surpresa, ou depois de pisar na bola com a pessoa amada, como aconteceu com ele: "Nunca tínhamos nos visto pessoalmente, não namorávamos, éramos só amigos 'virtuais', e eu disse que a amava no dia em que a magoei pela primeira vez, logo após ter ficado com outra pessoa. Tinha tudo para dar errado, não é? Só que dez dias depois, ela aceitou o meu pedido de namoro. Estamos juntos há dois anos", revela ele, garantindo que continua dizendo 'eu te amo' todos os dias. "E, apesar disso, essas palavras continuam sendo muito especiais e verdadeiras para nós dois", completa.




As quatro estações


Assim como as estações mudam, os sentimentos precisam se transformar


Sempre que pensamos nas estações do ano fazemos contato com o caráter cíclico e transitório da vida. Uma fase sucede a outra, trazendo elementos diferentes e estímulos que interferem em nossa vida de várias maneiras. Muda a paisagem, a temperatura, o grau de luminosidade, o figurino, os hábitos de lazer e conduta.

Gostaria de traçar um paralelo entre as diferentes estações do ano e o impacto dessas mudanças em nosso sistema emocional e estado de espírito.

O inverno emocional geralmente é necessário para a preparação de mudanças. O momento é de menos movimento e mais reflexão e contemplação
Começando pelo verão, não podemos deixar de relacioná-lo ao sol e ao calor. A temperatura nos convida a sair das tocas, a diminuir as atividades sedentárias. Os dias são mais longos e convidativos aos prazeres proporcionados pelos ambientes abertos. No verão dos sentimentos (que podem ou não estar relacionado à estação lá fora) há a força explosiva das paixões e desejos. Desejo de viver, de usufruir, de aproveitar, de criar e começar algo. A cor é o amarelo, laranja e vermelho. Peles bronzeadas costumam elevar a auto-estima. Talvez seja esse o período ideal para a felicidade exuberante. É impressionante o número de pessoas que prefere o verão a qualquer outra estação. Alegria, entusiasmo e vivacidade são palavras associadas a esse período ou estado de espírito.

Contrapondo-se a tudo isso, o inverno vem trazendo um convite ao recolhimento. O frio sugere a permanência mais prolongada em lugares fechados, abrigados e protegidos. A vida social fica mais restrita à intimidade. Algumas pessoas associam tudo isso à tristeza e melancolia. Estudos mostram uma relação direta entre alta incidência de depressão e climas muito frios, com pouca luz. O escuro prevalece e essa característica interfere diretamente no estado de espírito de um povo. O inverno emocional geralmente é necessário para a preparação de mudanças. O momento é de menos movimento e mais reflexão e contemplação. As praias lotadas dão lugar a lugares aconchegantes onde as pessoas, presas por tanta roupa, pouco podem "alargar" seus gestos e movimentos.

O outono e a primavera podem ser vistos como pontes que nos ajudam atravessar o caminho de um extremo ao outro. Durante o outono vamos nos acostumando a cores menos exuberantes. Parece a porta de entrada para o período que vem à frente: o inverno. A passagem é gradativa e vai nos levando a uma desaceleração lenta mas fundamental nos processos de transição.

A primavera traz a exuberância das cores e flores. Enfeitando o que antes estava cinza e internalizado. A beleza da natureza vai nos trazendo para fora, fazendo a passagem gradual de um estado de recolhimento para o que está à frente; a intensidade do verão.

Assim é o ciclo da vida. Na natureza e na alma. Os sentimentos são muito mais afetados por essas circunstâncias do que a princípio nos parece.

Agora, aí vão umas perguntas que espero proporcionem uma breve reflexão. Trocamos de fase com facilidade? Costumamos nos fixar num determinado estado de espírito ou permitimos que o ciclo da natureza se estabeleça? Sabemos viver as quatro estações dos sentimentos?

Sinceramente, espero que estejamos todos caminhando no sentido de permitirmos que a natureza humana fale alto em nossos sentimentos e comportamentos.


Encantado


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A figura do príncipe sofreu algumas adaptações, como será ele hoje?



Os castelos já caíram em ruínas, os cavaleiros abandonaram suas montarias, os dragões já perderam seu poder de fogo e as madrastas más morreram encruadas. Mocinhas indefesas e príncipes encantados são coisas de um passado muito longínquo, constrangedoramente ingênuo, não é mesmo? Hum… mais ou menos. Ou será que, lá no fundo, você não anda por aí procurando a espada certa do seu – e só seu – salvador? Aquele que vai chegar cheio de amor pra dar e tudo o mais que é inerente à coisa: vida estável, dinheiro, disposição infinita para discutir a (maravilhosa) relação, predileção por comédias românticas, indiferença por futebol e um apetite sexual que parece funcionar com o seu via telepatia. Seja sincera, portanto: você sonha ou não sonha com um homem desses? Então, príncipe encantado não é só coisa de inocentes donzelas.

No século XXI, com a explosão dos ícones de consumo, o pobre príncipe encantado volta-e-meia ganha feitios de Frankenstein. Respondendo sobre como seria o seu cavaleiro andante, a veterinária Patrícia Murad fez o seu pot-pourri: "O rosto do David Beckham, o corpo do Murilo Rosa, o bom humor do Jô Soares e a conta bancária do Ricardo Mansur", elege. A assistente social Cléa Siqueira também tem o seu, montadinho em sua imaginação. "A boca e a sensualidade do Cauã Reymond, o peitoral do Alexandre Pires, as coxas do Roberto Carlos e a inteligência do Pedro Bial", delira.

Criei um modelo de homem tão fechado, que nenhum me satisfazia. Deixei passar cada partidão, só porque nenhum deles atendia exatamente ao cara que idealizei
"O príncipe encantado é o improvável, o inatingível", define o psicólogo da USP Aílton Amélio, autor do livro "Para Viver Um Grande Amor" (Ed. Gente). Ele tem razão, principalmente a julgar pelas estranhas criaturas imaginadas por Cléa e Patrícia. "Ele é um mito que se manifesta em muitas esferas de um relacionamento. É geralmente um homem de outro nível social, que aceita sua gata borralheira e lhe dá uma vida de sonhos", diz ele. A base de tudo é o chamado princípio da admiração, que é a base da paixão e do interesse.

Segundo Aílton, buscamos pessoas que possuem qualidades que não encontramos em nós. Ao nos relacionar com elas, temos a sensação de agregar essas virtudes externas à nossa própria personalidade. Mas, para que a relação pule dos contos de fada para a prática da vida real, é preciso que haja similaridade entre os dois. "É o que conhecemos como homogamia temperada. Pessoas com objetivos, temperamentos e personalidades comuns, mas que possuem algo que não têm, então, admiram no outro", explica ele.

Quando isso não acontece, o maravilhoso varão e seu cavalo branco, que supostamente vieram para libertar a mocinha das garras do dragão, acabam aprisionando-a de vez. É o excesso de idealização e expectativas, impossíveis de serem realizadas, que transformam qualquer vida sentimental nas trevas de um sótão isolado de castelo. Foi o que aconteceu com a designer Christiane Rosário. "Criei um modelo de homem tão fechado, que nenhum me satisfazia. Deixei passar cada partidão, só porque nenhum deles atendia exatamente ao cara que idealizei. Se tivesse uma mínima atitude diferente do que eu sonhava, já perdia o interesse. Achava que não servia pra mim, não era o meu homem. Nada durava mais do que um mês, sofri horrores. Só consegui me resolver na terapia", lembra.

O mito do príncipe, no entanto, pode ser altamente válido e viver saudavelmente no imaginário feminino. "Ocupando o lugar certo, ele é essencial no processo de admiração pelo outro e pela sensação de saciedade emocional que isso proporciona. Um bom relacionamento não funciona sem essa combinação de elementos comuns e almejados", comenta Aílton Amélio. Ainda mais depois de tantas transformações, em que não é mais preciso bancar a bela adormecida. Os príncipes modernos e suas salvadoras espadas estão por aí em qualquer parte. E, o que é melhor, prontos para serem encantados.




Por prazer

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Eles e elas assumem: querem apenas sexo e nada mais...



Será que o sexo sustenta uma relação? Um caso amoroso, um casamento, um namoro, dificilmente não. Mas o sexo – e apenas ele – pode criar um tipo de relacionamento pautado exclusivamente no prazer. São casais, ou melhor, parceiros, que, muitas vezes, não dividem os meios sociais, a rotina, as intimidades emocionais e nem mesmo fazem planos futuros. O que lhes importa e os mantêm unidos são encontros casuais mas certeiros, entre quatro paredes. É na cama, e só ali, que eles se querem – e muito.

A tradutora Ana Cristina*, 29 anos, conheceu Mateus*, 31, há sete anos numa festa de faculdade. E ela já começa se espantando com essa conta. "Meu Deus, não tinha me dado conta de que já tinha tanto tempo assim!", diz ela. Os dois se olharam, foram apresentados por conhecidos em comum e ficaram juntos cerca de um mês, mas as afinidades eram poucas. "Ele é de outro círculo social, não tem nada a ver comigo. Temos pouquíssimo papo, nossos objetivos de vida são completamente opostos. Ele é engenheiro, presta concurso porque quer ganhar um salário de dez mil reais. Minha vida é outra história", conta Ana Cristina. Mas basta um encostar no outro para sair fagulha. E uma fagulha que incendeia uma fogueira, segundo a tradutora, sem comparações no quesito pirotécnico. "Nunca tive uma experiência sexual parecida com a que tenho com ele, que me diz a mesma coisa. Ficamos muito tempo sem entender direito o que sentíamos um pelo outro até que, de uns tempos pra cá, assumimos: é tesão", conta.

Quando nos conhecemos, nos demos logo muito bem porque ambos não queríamos envolvimento sentimental.
Os encontros dos dois são planejados quase sempre em "caráter de urgência", como classifica a tradutora. "Ele me liga num sábado ou numa sexta, me chama pra ir à casa dele, ou eu ligo e chamo para vir pra cá. Já deve ter uns quatro anos que estamos nessa brincadeira, assumidos que não queremos nada um com o outro além de sexo", diz. Só que, nos últimos dois anos, a coisa precisou tomar contornos clandestinos. "Ele está namorando e isso também foi uma questão que precisamos conversar. A princípio, não me sentia bem, mas me convenci de que é apenas diversão. É um tipo de relacionamento diferente do que ele tem com a namorada e sei que não estamos pondo em risco nada supostamente mais sério. Então continuamos a nos encontrar mesmo assim", comenta Ana Cristina que, no entanto, afirma: se estiver comprometida, evita as investidas de Mateus. "Se estou com alguém, não consigo. Pode ser sinal de que nem tudo está muito bem resolvido, mas é um esquema de relação que não obedece a modelos. Está sujeita a incoerências mesmo", analisa.

Já para o publicitário Gabriel Lorenzoni, 34 anos, a coisa é ainda mais simples. Avesso a relacionamentos amorosos – "não consigo me envolver com ninguém, gosto de viver solto", define-se – ele explica como elegeu uma espécie de namorada, com quem se encontra periodicamente há cerca de quatro anos, entre muitos vai-e-vens. "Nunca gostei de namorar e minhas experiências no gênero só me comprovaram que não sou homem para casar, para viver junto. E posso dizer que raramente volto a ter algo com alguma mulher com que já vivi um caso. Mas com ela é diferente, quase tudo é diferente", conta Gabriel, referindo-se a Silvia*, aproximadamente da mesma idade que ele. Ela é especial para ele porque foi a única que não lhe cobrou nada além do que ele poderia dar. E ela, receber. "Quando nos conhecemos, nos demos logo muito bem porque ambos não queríamos envolvimento sentimental. Sabemos bem pouco da vida um do outro, só nos falamos no MSN e, mesmo assim, não é sempre. Não sei com quem ela sai ou deixa de sair, e ela também não sabe de mim", conta. Mas às vezes bate saudade. "Ela é a minha preferida porque me entende sexualmente. E, para mim, me completar é isso. No sentido sexual, a Silvia não tem comparação com nada", garante.

Comparação: palavrinha difícil de abordar quando o assunto é sexo – e, de novo, só ele. Para a produtora cultural Joana Sotero, 26, ela foi a sua ruína. "Nossa relação era só pegação mesmo e eu já tinha me conformado com isso. Já aceitava bem e até gostava", revela ela, falando de Carlos*, uns cinco anos mais velho. "Mas comecei a sair com outro cara que era um amor, tipo homem perfeito. Fui me envolvendo com ele, gostando de estar junto, mas na cama não era a mesma coisa, nem se comparava. Resultado: eu só conseguia pensar no Carlos quando estávamos na cama e passei a querer estar mais e mais com ele", conta Joana, que acabou terminando o relacionamento com o suposto príncipe. "Perdi o encanto por ele e descobri que sou mesmo apaixonada pelo Carlos. Ele acabou virando o homem ideal pra mim, só que se nega a me satisfazer além da cama", lamenta-se a produtora.

Esse é um dos grandes riscos que um relacionamento calcado apenas no sexo pode trazer. A psicóloga e sexóloga Marlise Cury ressalta que, esse modelo, como é muito limitado, envolve uma série de perigos que precisam estar muito bem conversados. "Fala-se que a relação é só sexo, mas isso não existe. Para chegar a um relacionamento nesse esquema, é imprescindível pelo menos uma conversa para que os objetivos e os anseios com relação ao outro sejam plenamente esclarecidos. Senão, abrem-se espaços para mágoas, incompreensões, expectativas frustradas, culpas", ressalta ela. No entanto, nada impede que o encontro de duas pessoas que se unam apenas pelo tesão possa render felicidade. "É sempre importante frisar que serão momentos de realização e não a supressão de uma carência maior. É um divertimento e um imenso estímulo à sexualidade, que é elevada, exercitada. Mas nunca é bom esquecer: num relacionamento assim, como em qualquer outro, é preciso honestidade para com os sentimentos e só fazer aquilo que os dois acatem. Se passar a ser agressivo ou representar algum tipo de dependência, as coisas precisam ser revistas porque há alguma descompensação", conclui a especialista.


FAMÍLIA 


Veja algumas dicas para viajar com crianças sem ter dor de cabeça

O que para algumas mães ainda é um bicho de sete cabeças, para outras é algo comum e prazeroso

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Quem gosta de viajar às vezes acaba pensando que com a chegada dos filhos o prazer de colocar o pé na estrada vai ter que ser deixado de lado. Mas para Patrícia Papp, autora do livro “Crianças a Bordo – Como viajar com seus filhos sem enlouquecer” (Ed. Pulp), não é bem assim. Ela diz que viajar com crianças é menos complicado e mais divertido do que parece, basta se planejar um pouquinho. “Viajar com os filhos é uma ótima oportunidade de estar com eles longe da rotina e da correria do dia a dia, dos telefones tocando, do stress do almoço ou das pendências do trabalho. Nada mais divertido do que colocar seu filho no carrinho e sair pelas ruas de uma cidade que você ainda não conhecia: ver vitrines, passear em um museu, descobrir um feirinha, parar para descansar em um parquinho da cidade e observar as mães que moram ali brincando com os filhos. Ou ainda, para quem tem filhos maiores, levá-los conhecer um parque temático ou um zoológico superbacana. E é uma excelente oportunidade de mostrar para seus filhos que o mundo é muito grande, cheio de diferenças culturais riquíssimas. Conhecer e respeitar o outro são aprendizados muito importantes que com certeza vão ser enriquecidos nas viagens”.

Ela diz que, para viajar com crianças, é importante pesquisar sobre o destino, a estrutura dos hotéis e o clima. Ficar bem localizado vai ser mais prático e saber antecipadamente que pode chover ou fazer muito calor é essencial. “Ninguém precisa deixar de ir para um hotel porque ele não oferece banheirinhas para bebês, mas você pode levar uma inflável de casa, caso saiba com antecedência que ela vai ser útil”, afirma. Outras dicas são: não levar mais bagagens do que consegue carregar; levar brinquedinhos surpresas para longos trajetos, e dê quando a criança já estiver entediada ou cansada; informar-se sobre refeições infantis servidas nos voos; programar-se e fazer tudo com calma e antecedência; em viagens de carro, fazer paradas para o banheiro, mesmo se a criança disser que não está com vontade; não dar lanchinhos ou bebidas coloridas artificialmente, que podem deixá-las enjoadas; levar um travesseirinho ou ursinho para que a criança se sinta em casa ao dormir; para as que usam fralda, calcule 1 fralda por hora durante o voo; apresentar seu filho aos comissários e recepcionistas, para se conhecerem; e, principalmente, manter a calma, mesmo se surgirem imprevistos.


A enfermeira Priscila Israel Campos, mãe de Gabriel (5 anos) e Miguel (3), conhece bem a experiência de viajar com os filhos por vários estados do Brasil e no exterior. A primeira viagem deles foi, respectivamente, aos cinco meses e aos três meses, ambas para o Rio de Janeiro. “Praia é sempre bom com as crianças! Estamos gostando mais dos resorts, pois proporcionam um conforto maior e têm programação infantil, além de ótimas piscinas, porque meus filhos ainda não são fãs do mar. Eles têm medo das ondas, mas gostam de brincar na areia”, conta.
Priscila diz que a maior vantagem em viajar com os filhos é poder estar com eles e conhecer juntos lugares diferentes. Mas, é claro, também cansa. “Este ano fomos à Disney com os dois juntos e foi muito difícil, ficamos muito cansados de correr atrás deles o dia todo”, lembra. Já a maior desvantagem é a criança adoecer. “Estar fora de casa dificulta tudo. Outra desvantagem é quando tem alguma programação noturna para adultos e não tem jeito de deixar as crianças”, diz. Na maioria das vezes, ela viaja apenas com o marido e os filhos, mas já optou por levar sua mãe, que ajuda a cuidar e dá mais tempo para o casal também aproveitar. “É bom porque assim podemos sair à noite, para jantar, ter um tempo só para nós, fazer passeios e ir a lugares que para eles não seria interessante”.
Para as mamães que se sentem inseguras em viajar com seus filhos, Priscila tem algumas dicas: “Um bom hotel sempre facilita. Prefira algum que tenha ‘espaço kids’ onde você possa preparar as comidinhas do seu jeito e também um espaço para eles brincarem”, recomenda.
Para Patrícia, ver o mundo através do olhos das crianças é mágico, mesmo os lugares que você já conhece podem ganhar um perspectiva fascinante. “Filhos precisam tomar banho, ser trocados e ser alimentados em qualquer lugar do mundo, seja na sua casa, na praia ou em Nova York. Então, que seja em um lugar diferente, onde você possa passear, ver coisas inusitadas, sair e se distrair”, finaliza.


Primeira escola


Seu filho está indo para a escola, mas vai precisar muito de você!


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A dentista Sarah Fialho não imaginou que fosse ter tantos problemas com sua filha Maria Antônia. Aos três anos, a pequena não se adaptou à escola que os pais escolheram. Foi uma semana de lágrimas e muitas dúvidas para Sarah e o marido. "Ela tinha um choro esganiçado. Era desesperador! Agora eu não sei se ela não gostou da escola ou se sentiu a separação e percebeu que ia ficar em contato com pessoas estranhas", questiona ela. Imediatamente trocou a escola por outra e já agendou pelo menos uma semana para acompanhar a filha no processo de adaptação ao novo colégio. “A separação, mesmo que temporária, está doendo mais em mim do que nela. Tenho medo das possíveis reações que ela possa ter”, afirma a mamãe de primeira viagem e de primeiras angústias também.

Casos como o de Sarah são muito comuns e podem ser evitados com uma boa preparação da criança antes de ir para a escola. Os pais, sempre preocupados em fazer o melhor para os filhos, escolhem as melhores escolas, tomam várias precauções com o ambiente, mas se esquecem do mais importante: este é um novo momento da vidinha deles. Segundo a pedagoga Camila Avelino, após a pré-seleção de escola dos filhos, é imprescindível que os pais levem as crianças para conhecerem o novo ambiente e até mesmo para optar entre os locais. “A criança tem que participar deste processo. Ela deve ir ao local, perceber que aquele é um novo espaço, com outras pessoas. É um processo de ruptura que pode influenciar diretamente no aprendizado dela”, explica.

A família é o primeiro núcleo social, mas não é o único. A criança vai entrar em contato com novas regras, valores, ética. Cada lugar tem seu movimento diferente. Esta é a grande conquista

Uma boa conversa

Conversar com os filhos é fundamental para que a adaptação da criança seja plena. “Vale tudo: comprar o material escolar junto com ela, contar como foi o primeiro dia de escola dos pais… enfim, começar a colocar na cabecinha deles que esse momento é especial”, ensina Camila. A professora de dança Fátima Canabrava concorda. Mãe de Milena, de apenas dois anos e cinco meses, está desde dezembro falando da escola e fazendo associações para ajudar no processo. “Estou jogando limpo com ela. Como não poderei levá-la ao colégio todos os dias, já falei que a tia que vai acompanhá-la é tão legal quanto a tia da natação que ela adora. A Milena está achando tudo muito bacana”, afirma, aliviada.

Atenção, papais!

Mas de nada adianta tomar todos os cuidados com os pequenos se os pais também não se prepararem para a nova etapa da vida dos filhos. Muitas vezes a dificuldade das crianças começa pelo fato de os pais não aceitarem que os pimpolhos cresceram e já não dependem tanto deles quanto antes. “É uma parceria. O casal é orientador desse processo”, afirma Camila. Sarah admite que foi isso que faltou na casa dela. “Foi inexperiência total. Achei que ela ia se adaptar porque é uma criança muito sociável. Mas acho que ela percebeu que a partir daquele momento ia ser ela sozinha. Definitivamente faltou conversa”.

O mais importante nessa fase é mostrar que existem novas descobertas e desafios e que isso será bom na infância. “É um exercício de desapego. A família é o primeiro núcleo social, mas não é o único. A criança vai entrar em contato com novas regras, valores, ética. Cada lugar tem seu movimento diferente. Esta é a grande conquista”, enumera a pedagoga. Para isso, o processo de adaptação varia entre uma e duas semanas, podendo chegar a três meses. Recomenda-se que durante esse período os pais acompanhem as atividades com os filhos até que eles se sintam à vontade com os coleguinhas.

Orientação é muito importante

Entretanto, se mesmo depois de todas as conversas e cuidados seu filho não se adaptar, é recomendado a ajuda de um especialista. As escolas normalmente têm uma equipe pronta com psicólogos e pedagogos, para resolverem casos mais complicados e verificarem se é realmente necessária a presença dos pais por mais tempo na sala de aula. Mas é importantíssimo que os responsáveis não forcem a criança a ficar em um lugar que elas não se sintam bem. “Os prejuízos, nesse caso, são de ordem orgânica e os traumas mais profundos. Eles podem voltar a fazer xixi nas calças, vomitar, apresentar alergias e dificuldades alimentares. Isso é um processo e todo cuidado é importante”, alerta Camila.



Orientação para os pequenos


É preciso ensinar aos filhos a lidar com o dinheiro desde cedo



Sempre pergunto àqueles que me ouvem nas minhas palestras: "Quem aprendeu a preencher um cheque na escola? Quem aprendeu a acompanhar um orçamento? Quem aprendeu Física, Química, a tal da tabela periódica e teve que decorar aquilo tudo para o vestibular de Letras? Aliás, quem lembra disso?".

Coloque-se no lugar do seu filho: o que nós pensávamos sobre o dinheiro na mesma idade? Estamos falando de conhecimentos essenciais e desejáveis. Exemplificando, quem vive na floresta precisa saber diferenciar as frutas comestíveis das que não se pode comer. Isso é essencial para a sobrevivência, assim como a identificação de ruídos, a ferocidade dos animais, o conhecimento das plantas que curam, saber fazer pequenos instrumentos como facas, panelas…

Já quem vive na cidade grande precisa saber atravessar a rua, identificar ruídos e pessoas mal-intencionadas, saber ler e escrever para identificar um nome de rua ou a direção de um ônibus, ter dinheiro e conseguir perceber o valor das notas e moedas, para que elas servem, quanto eu posso adquirir com determinadas quantias. Nenhum de nós tiraria uma nota de cem reais do bolso para pagar por uma passagem de ônibus, ou no extremo oposto, para comprar um carro, por exemplo.

Esses são alguns dos conhecimentos essenciais, exigidos pela sociedade moderna. Não há sobrevivência possível sem eles.

Na nossa sociedade atuar no mercado financeiro competentemente tornou-se atividade absolutamente essencial nos dias de hoje. Outros conhecimentos são desejáveis, como entender tudo o que a jornalista famosa fala no noticiário local. E depois vem o conhecimento inútil. E muita, muita coisa é inútil (mas aqui acho que vou preferir não fazer juízo de valor).

Todos precisam saber de onde o dinheiro vem e para onde ele vai
Bem, conhecer sobre administração financeira não é mais apenas necessário como foi no passado, tornou-se absolutamente ESSENCIAL agora. E cabe a você – pelo menos por enquanto – ensinar seus filhos e netos. Veja algumas sugestões:

1. Abra uma conta no banco para cada um de seus filhos. Eles adoram acompanhar seus saldos pela internet. Crianças preparadas financeiramente estarão fortalecidas para, no futuro, saberem como deverão administrar suas finanças. Escolhas financeiras e decisões conscientes só são possíveis se houver um entendimento muito claro das opções disponíveis.

2. Use momentos em que você tenha que fazer gastos não-corriqueiros, como a compra do material escolar, ou a roupa que o filho quer para falar sobre dinheiro, despesas, orçamento, poupança, uso correto do crédito, juros.

3. Nada de cofrinhos. Guardar dinheiro no cofrinho é antiquado e, principalmente, não rende juros. Não dá para adivinhar quanto tem lá dentro, enquanto que o extrato do banco ou a internet permite um acompanhamento. Além disso, muitos sites de instituições financeiras têm áreas específicas para crianças e teens, onde eles aprendem sobre administração financeira.

Para quem deseja ter filhos, é preciso ficar atenta e avaliar algumas possíveis despesas: pré-natal, enxoval, maternidade, alimentação, vestuário, fraldas descartáveis, babás, folguistas, brinquedos educativos, seguro-saúde, seguro de vida, remédios, congelamento do cordão umbilical, vacinas, creche, escola, material escolar, transporte, festas de aniversário (do seu filho e dos amiguinhos), viagens, cursos extras (como inglês, natação, outros esportes), cursinhos pré-vestibular, livros, cabeleireiro, revistas, mesada, CDs, computador, Internet, games, celulares, faculdade, lanches fora de casa, entradas para o cinema e shows variados, CARRO, namoradas(os), a decoração do quarto, o IPod, o animalzinho de estimação, o aparelho de som, o instrumento musical e as aulas particulares etc.

Isso sem falar em aumento de todas as suas contas: comida, água, luz, gás, telefone, gasolina (essa despesa aumenta muito: até os dezoito anos pelo menos, já que a gente vira motorista deles), IPTU (você mudou para uma casa maior) e IPVA (você comprou um carro maior e depois, quando eles fazem dezoito anos, você tem que comprar mais carros). Ufa!!

Mas, calma, não desista! Lembre-se de que nossos filhos são nossos verdadeiros TESOUROS. Procure apenas se planejar. Envolva a família inteira com essas questões. Todos precisam saber de onde o dinheiro vem e para onde ele vai. Ou, pelo menos, para onde deveria ir!!!




CULINÁRIA


Sobremesa na marmita



INGREDIENTES

Bolo

4 ovos
100 g de açúcar
70 g de farinha de trigo peneirada
30 g de cacau em pó
½ colher (sopa) de fermento em pó (10 g)

Trufa

320 g de chocolate meio amargo picado (2 xícaras de chá)
130 g de creme de leite de caixinha (½ xícara de chá)
½ xícara (chá) de creme de leite fresco batido em ponto de chantilly (100 ml)

Cobertura
80 g de chocolate branco derretido (½ xícara de chá)
80 g de chocolate meio amargo derretido (½ xícara de chá)
½ xícara de geléia de morango (150 g)

 

MODO DE PREPARO

Bolo
Em uma batedeira coloque ovos e açúcar, bata bem até a massa dobrar de volume (+/- 10 minutos). Desligue a batedeira e adicione farinha de trigo peneirada, cacau em pó e fermento em pó e misture delicadamente.

Coloque a massa em uma forma redonda para marmita em alumínio (14 cm de diâmetro) e leve ao forno médio pré-aquecido a 180°C por cerca de 40 minutos. Retire do forno, desenforme e deixe esfriar.

Com uma faca corte o bolo horizontalmente, no sentido da largura, formando 4 discos. Reserve.

Trufa

Coloque em uma panela em banho-maria chocolate meio amargo picado e creme de leite de caixinha e misture até o chocolate derreter. Retire do banho-maria e deixe esfriar.

Acrescente creme de leite fresco batido em ponto de chantilly e misture até formar um creme homogêneo. Leve para geladeira por 10 minutos.

Montagem

Pincele o fundo e a lateral de uma outra forma redonda para marmita em alumínio com uma fina camada de chocolate branco derretido alternando pinceladas de chocolate branco e de chocolate meio amargo derretidos.

Depois faça camadas da seguinte forma:

- uma camada de trufa
- um disco de bolo
- tiras de um disco de bolo encaixando em toda a lateral da marmita
- uma camada de trufa cobrindo o fundo do bolo e lateral
- um disco de bolo
- tiras de um disco de bolo encaixando em toda a lateral da marmita
- uma camada de trufa cobrindo o fundo do bolo e lateral até a borda da - marmita
- geleia de morango
- um disco de bolo
- uma camada fina de trufa 7 - Leve para a geladeira por 2 horas

Desenforme e sirva em seguida.

 

RENDIMENTO

Rendimento: 12 porções





Pastel de chuchu




INGREDIENTES

2 colheres (sopa) de óleo
½ cebola picada
1 colher (sopa) de tempero caseiro
1 kg de chuchu descascado e em cubos (tirar o miolo do meio)
2 dentes de alho amassados
Cheiro-verde picadinho e pimenta-do-reino a gosto
½ xícara (chá) de água
1 rolo de massa de pastel (1 kg)

Tempero Caseiro:
½ maço de salsinha
½ maço de manjerona
½ maço de manjericão
½ kg de alho descascado
750 g de sal

MODO DE PREPARO

Em uma panela, aqueça o óleo e doure a cebola picada com 1 colher (sopa) do tempero caseiro e mexa por 1 minuto. Adicione o chuchu descascado e em cubos (tirar o miolo do meio), alho amassado, cheiro-verde picadinho e pimenta-do-reino moída a gosto e ½ xícara (chá) de água e refogue até o chuchu ficar mole e não se desfazer. Desligue o fogo e deixe tampado por 3 minutos.

Abra a massa de pastel, coloque uma porção de recheio de chuchu e feche bem a massa apertando com um garfo. Frite os pastéis em óleo quente até dourar. Escorra em papel absorvente e sirva em seguida.

Tempero Caseiro:

Coloque em um processador salsinha, manjerona, manjericão, alho descascado, sal e bata bem até formar uma pasta. Utilize em seguida para temperar arroz, carnes, refogados. Mantenha guardado na geladeira.




Frango saudável




INGREDIENTES

 

4 coxas com sobrecoxas de frango sem pele (mais ou menos 1 kg)
Suco de 1 limão
Sal a gosto
170g de iogurte natural (1 copo)
3 dentes de alho amassados
1 colher (chá) de gengibre em pó
1 colher (chá) de páprica picante em pó
60g de queijo parmesão ralado
Folhas de hortelã picadinha
1 xícara (chá) de miolo de pão ralado

 

MODO DE PREPARO

Deixe de molho numa tigela as coxas com sobrecoxas de frango sem pele com suco de limão por aproximadamente 15 minutos. Escorra as coxas com sobrecoxas e tempere com sal a gosto. Reserve.

Numa tigela coloque o iogurte natural, os 3 dentes de alho amassados, 1 colher (chá) de gengibre em pó, 1 colher (chá) de páprica picante em pó, 60g de queijo parmesão ralado, folhas de hortelã picadinha, sal a gosto, e 1 xícara (chá) de miolo de pão ralado. Misture bem até formar uma pasta homogênea.

Arrume numa assadeira untada com azeite as coxas com sobrecoxas, com a parte da carne virada para cima, espalhe o creme de iogurte em cada coxa com sobrecoxa, cobrindo-as totalmente. Leve ao forno médio pré-aquecido a 180°C por cerca de 1 hora ou até dourar. Retire do forno e sirva em seguida acompanhado de salada verde.





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